Como num retrocesso contínuo, motor parado. Recolho fragmentos e insisto em criar, com eles, uma nova possibilidade. Nego acesso, vc insiste, vence a resistência. E como se não houvesse mais tempo a perder, meio impaciente, meio ausente, aceito... e me arrependo... constato claramente que ainda não sei lidar com tudo isto. E então repenso, repenso e mais uma vez caio fora... desculpa mas eu também estou aprendendo a usar... como os outros... vc não entende as minhas limitações e o quase desejo que resultou nisto (real?)... ambivalente, hipoafetivo, ou como vc prefere denominar: confuso, denso, frio e amargo... frio brilho nos olhos, travo qualquer contato. Melhor assim... afinal todo o peso é relativo e eu prefiro o sustentável... que, especificamente, não é você, nunca disse e nem pensei o contrário... Vc tem um discurso cheio de pequenas ressalvas, posições e decisões que considero apenas equivocadas, e num arroubo da racionalidade que insisto em possuir, fecho as portas e tento te explicar como apenas mais uma questão puramente semântica... e existencial...