hoje sou eu sem disfarce recompondo o poema da humanidade com cada sílaba assentada em cada fileira deste teatro destratado. sílabas tônicas de mãos dadas formando cada verso da humanidade o poema. pensamentos vagos, vagas sensações, paixões. dilema...
hoje sou eu conectando versos disseminados por sílabas divididas, versos dispersos vidas esparsas...
de onde me encontro vejo sílabas que escapam por entre as fissuras incandescentes numa desordem improvisada pelo improviso repartido pela vida, mas eu ainda avisto um “pa”, mais adiante um “la”, ao meu lado um “vra”, talvez um “nu” ou até mesmo um “tu”...
sou eu neste imenso poemar colhendo sílabas maduras, sílabas verdes, sílabas de vez para compor minha compota poética que irá alimentar tantas almas famintas, tantas vidas consonantes, tantos pensamentos vocálicos: compreensão, cooperação.
hoje somos nós recompondo o mais belo poema da humanidade.
1 Comments:
poema teatral
hoje sou eu sem disfarce
recompondo o poema da humanidade
com cada sílaba assentada
em cada fileira
deste teatro destratado.
sílabas tônicas de mãos dadas formando cada verso
da humanidade o poema.
pensamentos vagos, vagas sensações, paixões.
dilema...
hoje sou eu conectando versos
disseminados por sílabas divididas,
versos dispersos
vidas esparsas...
de onde me encontro vejo sílabas
que escapam
por entre as fissuras incandescentes
numa desordem improvisada pelo improviso
repartido pela vida,
mas eu ainda
avisto um “pa”,
mais adiante um “la”,
ao meu lado um “vra”,
talvez um “nu”
ou até mesmo um “tu”...
sou eu neste imenso poemar
colhendo sílabas maduras, sílabas verdes, sílabas de vez
para compor minha compota poética
que irá alimentar tantas almas famintas,
tantas vidas consonantes,
tantos pensamentos vocálicos:
compreensão, cooperação.
hoje somos nós recompondo o mais belo poema da humanidade.
Jorge Luiz Freneda
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