Pequena história
Imperfeitamente, admito, o cotidiano pequeno e sombrio, segue...paro, revejo e novamente percebo a minha incapacipacidade...mais fácil lidar com a dor alheia, física e fixa, segmentada, particular...suas conclusões prévias e concebidas de modo óbvio me assustam, faço um esforço imenso para não perceber nelas um fundo verdadeiro...mas não pergunto, inerte, arreativo, alheio a uma realidade que insisto em acreditar minha...real, ainda que com limitações... então busco e observo pedaços pequenos, tão fragmentados quanto o meu contato... método novo, talvez, desespero e turbulência contidos... restrição a tudo que poderia desencadear o processo, escorrendo, vermelho e vivo, avançando mais uma vez contra o olhar perdido do vazio e da solidão e, como se fosse possível e verdadeiro, essa música ocupa todos os meus espaços e me permito sonhar com dias tão precisos, claros de tão transparentes, memória, sem medo e sem sentimentos, sem julgamentos favoráveis ou não, apenas fatos, quase históricos e não vividos, sem receio da sua ausência ou da falta que ela poderia me trazer, sem medo, vivendo e admitindo que encontro as respostas em você, que as minhas perguntas são as mesmas, não desncessárias...

1 Comments:
A vida e seus desatinos... mas vamos vivendo e pedindo a cada dia mais força a Deus, que Ele me tem concedido e, de minha parte, sinto-me melhor, com algumas forças e esperanças para prosseguir com esse pequeno que alegra os meus dias, ele eh o meu sonho e a minha grande recompensa por viver.
Sou a Maryperfetayulor, voce sabe de cor quem sou, eh que nao consegui inserir a minha identificaçao, atrapalhaçoes a mais nos meus raciocinios... beijos da sua sempre Diquinha
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